Traduzo movimentos do mercado em contexto, conectando indústria, arquitetura, design e comportamento.
Entre canteiros de obras, escritórios de arquitetura e ateliês de design, desenvolvi um hábito: enquanto muitos observam o resultado final, meu olhar começa pelos materiais, pelas texturas e pelos acabamentos que dão identidade aos espaços.
Desde 2017 atuo na indústria, acompanhando o desenvolvimento de produtos desde a origem. Essa experiência me permite compreender como decisões técnicas, estéticas e estratégicas se encontram para criar materiais que influenciam a arquitetura, o design e a forma como vivemos.
Cor, textura e acabamento são as primeiras escolhas de um projeto. São elas que estabelecem identidade, despertam sensações e orientam a experiência de um ambiente antes mesmo da arquitetura revelar toda a sua intenção.
É essa perspectiva que levo para o marketing e para o design estratégico. Meu trabalho consiste em interpretar o que os materiais comunicam e transformar essa leitura em posicionamento, conteúdo e estratégia de marca.
Este espaço reúne observações, tendências e reflexões sobre design, arquitetura, superfícies e mercado. Mais do que acompanhar lançamentos, busco interpretar os movimentos que revelam como as pessoas vivem, escolhem e se relacionam com os espaços.
Comportamento analógico é a busca por objetos, experiências e espaços que funcionam fora da tela, valorizados pela posse, pelo toque e pela presença, e não pela utilidade prática.
Durante muito tempo, o que definia uma inovação em arquitetura era visível à primeira vista: uma fachada inédita, uma textura nova ao toque, um material que ninguém tinha visto antes numa parede.
Existe uma pergunta que passou a rondar toda reunião de briefing, todo prêmio de arquitetura e todo relatório de tendência esta semana: o que ainda vale alguma coisa quando qualquer imagem, qualquer texto e qualquer render podem ser gerados em segundos?
O design mais valioso de 2026 não é o que conquista o olhar na primeira fração de segundo nem o que grita mais alto na sala.
Thiago Lins, diretor executivo da Safe Logistics, explica como a guerra tarifária entre Estados Unidos e China e a reorganização das rotas globais de comércio moldam os mercados e o design.
Taís Gastin, escritora e pesquisadora de comportamento humano, explica como cores, texturas e escolhas de material despertam sensações e transformam ambientes em experiência.
A arquiteta Cris Locatelli fala sobre o living e o restaurante que assina na CASACOR Espírito Santo 2026, a influência da marcenaria na história da família e como memória e afeto entram no projeto.
André Pimenta fala sobre sua trajetória no mercado imobiliário, a cozinha que a arquiteta Daniella Mazega assinou em sua homenagem na CASACOR Espírito Santo 2026 e a construção de presença pessoal.
Novos episódios do podcast, posts no blog e lives exclusivas, antes de todo mundo.